O Emigrante

O Emigrante é um blog feito para os amigos e familiares de dois living beings que se amam totil. Pretende contar as aventuras deles na sua estadia na Irlanda, em Galway

20060915

Vou partir naquela estrada.....











Fomos os últimos a chegar ao avião. Quase nos afogávamos em lágrimas, mas safámo-nos com umas braçadas e chegámos, por fim, ao gate 18, voo nº7073, DUB ;). Não sabíamos como era chegar com um tanto atraso nem o quão estranho era enfrentar quem nos esperava. Disseram-nos que eramos os últimos a embarcar e que we were the last passengers....Tudo indicava que o avião não descolava devido a nós...quando, de seguida, um hospedeiro se dirige a nós e pede imediatamente para abancarmos, momento em que, para nossa surpresa, notámos que não haviam dois lugares juntinhos. O men foi um fixe, acalmou-nos e disse que during the flight we could seat together on those seats que nunca ninguém usa e ninguém sabe porquê (quem já voou na Ryanair sabe do que se está a falar). Mas lá saímos à hora prevista e deixámo-nos de remorsos.
Quando anunciaram uma aterragem daí a 10 minutos, portámo-nos bem e fomos ocupar novamente os nossos lugares separados. O Deivis ficou do lado das nuvens, só viu branco, muito. Na outra fila, eu via bem. Mas comecei a ficar em choque quando me apercebi que, para além de relva, palha, relva e mais palha, se viam apenas mais uns arbustozitos a separar terrenos. Pensei que Dublin era muito.....diferente do que estava à espera. Mas foi bom, porque logo depois vi a cidade, a grande cidade, a surgir. Afinal , Dublin era como eu esperava, Foi um regalo ver tanta coisa. E aterrámos. Andámos a seguir as placas Baggage Reclaim por 20 minutos. O que dá cerca de 1Km a andar muito depressa. Andámos como moscas em clima de tempestade. A foto acima caracteriza a nossa chegada ao autocarro que nos martirizou numa viagem de 4 horas, non-stop, até à tão esperada Galway. Parecíamos irritados quando chegámos, cheios de fome e de vontade de fazer xixi, quando o Deivis telefonou ao Mané que, por sua vez, nos indicou um sítio chamado Subway, onde existem umas sandes muito saborosas e vegan! Aproveitámos e fomos conhecer o Wasting Chamber, para tratar da bexiga. Foi quando percebi que a ausência de toilet paper nas casas de banho públicas náo era uma característica só do nosso PT
.
O Mané deu logo connosco, na tal Subway, e lá fomos em fila indiana, apanhar o taxi. Andámos 2Km e pagámos 6,25 euros. O taxista, depois do Mané, foi a segunda pessoa a desejar-nos as boas vindas.










A nossa casa nova. Vivemos com o Mané e a Gocha (que é polaca e é a xuxi do mané. n sabemos como se escreve mas sabemos q se diz como o Goucha do Manuel Luís), e o Ratola e a Marta (que por sua vez é a namorada catalã do Ratola). Tivemos tb oportunidade de estar com a irmã e o cunhado do Mané, que estavam de férias por cá.



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